Bem-vindo, Professor! Sinta-se à vontade! Este espaço é nosso!

TAE Cristina Florêncio

Coordenadoria do Ensino de Ciências do Nordeste - CECINE

UFPE





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Treinamento Básico em Data Show

Olá, Professor!

Passei aqui só para lhe informar que o Treinamento Básico em Data Show já está ativo. Destinado somente às pessoas com pouca ou nenhuma familiaridade com o equipamento, terá fluxo contínuo, e o professor poderá agendar o treinamento sozinho ou em grupo, conforme descrito aí embaixo.
Obrigada e aguardo retorno.
Cristina Florêncio

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Treinamento Básico em Data Show

Objetivo: Instrumentalizar o docente do Centro de Ciências Biológicas da UFPE para o uso básico do equipamento data show em sala de aula.
Público-alvo: docentes do Centro de Ciências Biológicas da UFPE com dificuldades em geral no uso desse equipamento.

Instrutor:
Helton Moura, bolsista do NATI e técnico em informática.

Responsável:
Cristina Florêncio (TAE)

CH total: 1 h em fluxo contínuo.

2ª. , 4ª. e 6ª. feira: à tarde, a partir das 15 h.

3ª. e 5ª. feiras: pela manhã, a partir das 10 h.

Conteúdo programático:
1.Instalando o equipamento data show.
2.Função do botão Search
3.Partes de um data show:
•botão Liga/Desliga;
•entrada de vídeo;
•entrada VGA;
•marcas mais comuns.
4.Ajustando o equipamento:
•Ajuste de foco;
•cabo VGA x entrada da placa de vídeo;
•altura x ângulo.
5.Funções do controle remoto
6. Tira-dúvidas
7. Avaliação

Metodologia:
O treinamento terá 01 (uma) hora de duração, individualmente ou em grupo, à medida que surgir a necessidade por parte dos docentes (fluxo contínuo). Nos primeiros trinta minutos, ocorrerá a parte teórica, e nos últimos, haverá a parte prática e a avaliação.

Material de apoio:
Equipamento data show, controle remoto, computador, respectivos cabos etc. Piloto e apagador.

Avaliação:
Será considerado apto para o uso básico do data show, o docente que, individualmente ou em grupo:
•Instalar corretamente o equipamento, conectando-o ao computador e deixando-o em pronta condição de uso básico;
•detectar e resolver problemas simples criados pelo instrutor na instalação do equipamento, com vistas a essa avaliação.

Bibliografia: manuais diversos dos equipamentos acima.

sábado, 27 de agosto de 2011

Newsletter no. 19/2011: É uma boa ideia?

E aí, professor? Tem filhos ou netos entre 18 meses e 05 anos de idade, certo? Das situações abaixo, qual delas corresponde ao seu cotidiano?
  • Não posso ter aulas no turno da noite. Não tem ninguém para ficar com as crianças;
  • é um estresse pegar trânsito pela manhã para levar as crianças à escola e ainda ir trabalhar;
  • não dá para assistir aos eventos noturnos do Centro de Convenções da Universidade. Terminam depois das 21 horas e eu tenho crianças;
  • no intervalo do almoço, preciso ir buscar as crianças e voltar correndo para a aula;
  • deveria haver uma forma de eu trabalhar à noite e ficar com as crianças durante o dia. 

Duas, três, todas? Não se desespere! Sua vida vai mudar! Isso porque já inventaram a escola noturna para crianças até 05 anos, que funciona das 18 h às 23 h. Em breve, não será mais necessário pedir aos avós que fiquem com os pimpolhos enquanto você é homenageado na cerimônia de formatura de seus alunos; e você vai poder dormir mais meia hora pela manhã e ainda ter um almoço tranquilo todos os dias.


Foto Google
Duvida? Pois saiba que em Curitiba, Paraná, já existem quatro dessas escolas noturnas, e desde o ano passado, uma delas já atende 30 crianças no turno da noite, com mais 18 outras em fila de espera. Então, para essa novidade chegar por aqui é uma questão de tempo.


Mas, e estudar à noite não faz mal à saúde dos pequenos? O professor da Universidade Federal do Paraná e pesquisador em cronobiologia Fernando Louzada diz que “A princípio, atrasar esse repouso não traz danos”, a menos que a criança continue acordando cedo e não dormindo entre dez e treze horas, tempo recomendado para a faixa etária dos 02 aos 05 anos. Isso porque privação do sono provoca alterações do humor e do comportamento – esse conselho é repetido aos pais dos alunos dessa escola.


E como funciona isso? Somente como um “guarda-noturno”? Que nada! A escola-creche funciona nos três horários, e têm uma pedagoga que orienta o trabalho dos professores no desenvolvimento das múltiplas capacidades infantis para que os alunos da noite também tenham uma Educação de qualidade.


E o MEC? Não está vendo isso? Está, sim! Aliás, em setembro de 2010, esse Ministério registrou 655 crianças estudando à noite; ou seja, 0,01% de todas os alunos matriculados na Educação Infantil.


Mas, como surgiu essa ideia de deixar crianças estudarem à noite? Bem, inicialmente, esse turno foi criado como um horário especial para os filhos dos catadores de papel; depois, foi ampliado para atender os filhos dos trabalhadores noturnos (de balconistas a seguranças) e de mães adolescentes, que precisavam estudar.


Ficou curioso? Então, leia a reportagem completa. Comentários? Por favor, CLIQUE AQUI. Obrigada.
É isso.
Bom final de semana e bom descanso.
Cristina Florêncio
TAE do CCB - UFPE

domingo, 17 de julho de 2011

Newsletter no 18/2011: Recomendações de filmes e vídeos.

Olá, Caro Professor!

A nossa conversa de hoje é para recomendar alguns filmes e vídeos para suas férias. 

O primeiro deles é Verônica: um longa-metragem de ação sobre uma professora que ajuda um aluno a escapar de traficantes de drogas no Rio de Janeiro, antes do trabalho da Polícia Pacificadora. Filme muito bom que já passou na televisão e vale a pena locar. Eletrizante!

O segundo é o vídeo Os Parasitas Atacam, produzido pelos alunos do Prof. Bruno Severo, na disciplina Parasitologia Humana. 

O terceiro vídeo é a terceira parte de um documentário da série Animal Planet chamado Parasitas Assassinas (14'34") que fala da equistossomose no cérebro. 
Essa série é bem interessante e apresenta, por exemplo, o caso de um homem que teve sua cabeça invadida pelas larvas da mosca varejeira. Imagine!
Bem, é só.
Bom final de semana para todos. 
Cristina Florêncio
TAE do CCB - UFPE

Os parasitas atacam

Parasitas Assassinos: equistossomose cerebral

terça-feira, 12 de julho de 2011

Filme Recomendado: Verônica

Trailer do filme de ação sobre uma professora que ajuda um aluno a escapar de traficantes de drogas no Rio de Janeiro, antes do trabalho da Polícia Pacificadora. Eletrizante! Vale a pena locar!

sábado, 9 de julho de 2011

Newsletter no. 17/2011: O que você quer que eu faça?!

História é sempre história, mas ouvi que certa criança morava numa cidadezinha cercada por diques que impediam o avanço do mar. No seu passeio bem cedo de manhã, enquanto a cidadezinha ainda dormia, ela percebeu que havia um furinho mínimo num dos diques pelo qual a água começava a jorrar.  

Sem tempo de correr para avisar, a criança decidiu impedir aquela tragédia, simplesmente, colocando seu dedinho naquele furo por onde o perigo se avolumava.   Horas depois, desconfiados de sua demora, seus pais resolveram procura-la e encontraram-na em posição de sentinela, protegendo aquela comunidade inteira.  

Moral da história: não foi preciso nenhum ato extremo daquela criança; apenas a disposição de fazer o que ELA SABIA que resolveria a situação. Mesmo sem muita experiência, o problema estava tão claro em sua mente que não foi difícil para ela encontrar uma forma de impedir uma tragédia.  

Ora, “a situação está crítica; é preciso fazer alguma coisa!” - isso é consenso entre professores e alunos em relação ao ensino-aprendizagem. Se todos sabem do problema e querem resolve-lo, por que não resolvem? A resposta é que, apesar desse consenso, os dois grupos parecem falar línguas diferentes, o que dificulta a identificação das causas e soluções para o problema.

E a TAE com isso? Bem, estamos carecas de saber que é condição legal sine qua non para o cargo que o TAE seja profissional da Educação - de preferência, com larga experiência de ensino em todos os níveis. Isso porque é ele quem vai falar a “interlíngua” necessária à identificação das causas que atravancam o processo, sem tomar partido de nenhum dos lados; ou seja, o TAE é o “meio de campo” necessário a essa solução.

A “interlíngua” é útil na identificação das causas porque, geralmente, quem reclama tem certeza de sua própria boa vontade, então, acredita que a culpa só pode estar do outro lado. Porém, há situações nas quais tanto professor quanto aluno são “perfeitos”! Então, o que impede os melhores resultados? Bem, pode ser inadequação estratégica (principalmente, em turmas compostas por cursos vários) ou a questão do tempo didático ou estilos diversos de ensino-aprendizagem ou tipos diferentes de inteligência emocional entre professor e aluno etc.

Um exemplo? No caso de disciplinas com vasto material para memorizar, é imprescindível estratégias que não privilegiem apenas a audição e a visão, mas incluam algumas técnicas, como a construção de modelos anatômicos, tais como os exemplificados em newsletter passada. Ou seja, pouco resolve, simplesmente, mandar o aluno estudar, principalmente, se fatores externos interferem no problema, ao ponto de fazer-se necessário encaminhamento ao setor psicossocial institucional. Também não resolve tentar mudar, radicalmente, o estilo de ensinar do docente – há de haver um equilíbrio.    
 
Por isso, caro professor, ainda na primeira avaliação, gostaria muito de ficar a par de situações nas quais haja um descompasso entre resultados esperados e resultados alcançados, altos índices de evasão e casos de alunos em vulnerabilidade acadêmica. Não infantilizando o aluno, em nosso Centro, “situações impossíveis” já foram resolvidas, porque alguém se dispôs a ajudar. Sejamos todos como aquela criança! Soluções pequenas podem impedir grandes tragédias, e estão em nossas mãos.
É isso.
Para comentários, por favor, clique AQUI. Obrigada.
Bom final de semana e bom descanso.
Cristina Florêncio
TAE do CCB - UFPE